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13/01/2018 ás 18h57 - atualizada em 15/01/2018 ás 08h10

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Prisco é acusado por ex-diretores da Aspra de praticar crime de caixa 2.
O deputado estadual Marco Prisco nega as acusações dos ex-colegas da Aspra, atribui as denúncias ao ano eleitoral e afirma que os acusadores terão que apresentar provas do que dizem aos órgãos de investigação.
Prisco é acusado por ex-diretores da Aspra de praticar crime de caixa 2.

As denúncias contra a Associação dos Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), comandada na Bahia desde a fundação em 2009 pelo deputado estadual Marco Prisco (PPS), vão muito além da suposta ausência de prestação de contas e falta de transparência na gestão da entidade.


As suspeitas de fraudes nas eleições da associação renderam uma ação civil pública movida pelo Ministério Público (MP) contra Prisco e dois diretores no início deste ano. Entretanto, há investigação em curso na promotoria, assim como há um inquérito em andamento também no Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), órgão da Polícia Civil da Bahia, para apurar suposto crime de lavagem de dinheiro peculato e associação criminosa.


Apesar das suspeitas de que havia desvio de dinheiro na associação de policiais para campanhas do deputado Prisco, os depoimentos de ao menos três dirigentes citam repasses de dinheiro via caixa dois para interesses eleitorais do coordenador originadas de pessoas externas ao grupo.


Em seu depoimento, Mário Carneiro Laranjeira Filho, um dos fundadores da Aspra ao lado de Prisco, diz que presenciou o deputado, à época vereador de Salvador, e demais diretores da associação romperem um acordo com o Major Tadeu, que pretendia disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. No entanto, com o rompimento do acordo, segundo o ex-diretor, a Aspra passou a apoiar a candidatura de Bebeto Galvão, que é do mesmo partido de Major Tadeu, o PSB. Laranjeira Filho conta ainda que Bebeto Galvão teria pago aproximadamente R$ 800 mil a Prisco pelo apoio da corporação. Parte do dinheiro, continuou o ex-diretor, era repassado para a campanha de Josafá Ramos, que teria sido criada para “dissimular o apoio a Bebeto Galvão e prejudicar a campanha de Major Tadeu”. 


O deputado estadual Marco Prisco nega as acusações dos ex-colegas da Aspra, atribui as denúncias ao ano eleitoral e afirma que os acusadores terão que apresentar provas do que dizem aos órgãos de investigação. “Esse processo tem dois anos e meio. Delação sem a prova, eles podem falar o que quiserem, é um problema deles. Depois eles vão ter que provar isso, porque vai ter o revés. A quem acusa, cabe o ônus da prova”, disse.

FONTE: Bocão News

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